Brunno Vianna

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Bianca - um poema para Bianca Rinaldi

22 22UTC janeiro 22UTC 2011

Bianca, Bianca

Que de branca tornou-se escrava

Eterna Isaura de um conto de fadas

Teu sorriso contagia

Tua voz é melodia

Levando às Américas beleza e alegria

Das heroinas Maria é luz

Que nos conduz

Ao mundo da paquita

Um mundo só seu

E agora de Sofia e Beatriz

Bianca atriz

Que nos faz aprender a arte de brilhar

E falar com o olhar…

Hoje brilha em Ribeirão…

Essa mesma travessa e sonhadora

Que um dia conquistou um coração

A ti Bianca

Dedico em forma de poesia

Esta humilde canção

Por tudo que me cativas

E por toda essa solidariedade

Que emana de seu enorme coração…

7) Como você lida com o ego?

Você quer saber se isto tem mexido comigo, o fato de se escritor? Sim, as vezes mexe um pouco. Ter saído numa entrevista num Jornal de circulação como o Correio Brailiense me deixou um pouco nervoso, talvez eufórico, com a possibilidade de ser reconhecido nacionalmente. E se você quer saber se me sinto diferente por isso, acho que ainda não tenho motivos par pensar nisso. Escrevo por que atendi a um chamado. Ainda me encontro como aprendiz, lendo e aprendendo.

8) A literatura brasileira contemporânea possui um público fiel?

Acho que tem aumentado muito e isso é muito bom. Existem o leitores fieis. Talvez seja isso que o escritor busque.

9) A literatura é democrática?

Sim, as vezes, o escritor pode limitar sua audiência pelo tipo de literatura que escreve. No entanto, o escritor deve ter uma relação bem próxima com o leitor, permitindo que mais pessoas tenha acesso a sua literatura.

10) A internet é uma aliada ou inimiga da educação brasileira?

Ainda não tenho opinião formada. Ela tem sido minha aliada. Mas tem deixado, principalmente as crianças, mais preguiçosas e mais ávidas pelo conteúdo rápido da navegação.

11) Qual seu tipo de livro preferido?

O romance ficcional, apesar de as autobiografias serem um atrativo bastante interessante.

12) De alguma forma, sua vida pessoal exerce uma influencia em sua obra, os seus personagens alguma vez influenciaram em sua vida?

Acordo com eles, nas anotações, nos sonhos. Eles estão sempre por perto. Adeus a Aleto é cheio deles; estes personagens vivos e autônomos.

13) Qual a repercussão de seus livros na sociedade de maneira geral? Humm! Que pergunta. Ainda não senti esse impacto. Meus livros atingem uma seara ainda muito privada. Não tem ainda o alerta de causar um estranhamento mais largo.

14) Para quem você escreve? Para mim, para o outros. Penso muito em quem lê. Mas as vezes navego em águas bem profundas entrando num mundo só meu, aí volto para a superfície.

15) Muito obrigado pela entrevista. Quer passar alguma mensagem para os leitores?

Obrigado pelo espaço, caro Brunno.

Hum, soa meio piegas dizer que sempre temos algo a dizer. Acho que devo apenas dizer que a literatura liberta; que o interessante está nas entrelinhas. Então sempre se permitam estar nessas entrelinhas da vida e delas se desvencilhar quando necessário.

1) Como você se define?

Eu sou uma incógnita daqueles axiomas bem difíceis de explicar. Acho que sou um artista daqueles mais fáceis de se ver. Hoje assumo a postura de um escritor talvez por vontade íntima, porque outra coisa não sei de mim. Sei que pode ser temporário, mas mesmo que seja temporário este hobby, sempre serei um escritor genuíno. Mas para os outros sou professor e Bacharel em Direito.

2) Quantos livros você escreveu e quais são eles?

Entre os não-publicados, são inúmeros. Tenho uma caixa cheia deles. São livros de poesias e crônicas. Todos eles talvez se tornem algo póstumo como os últimos poemas de Emily Dickinson; se não queimá-los antes. Tenho 7 publicados de forma autônoma entre poesias, crônicas e romances. Rosas Selvagens foi o primeiro livro publicado de poesias; depois veio Mariposas ao encontro do calor das lamparinas foi uma compilação de crônicas e contos que andei escrevendo ao longo dos anos. Então, o primeiro romace, Adeus a Aleto que nascera premiado pelo Concurso Novos Autores 2009 promovido pela Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Depois de alguns meses, terminei o segundo, Amor depois de tudo que é narrado, diferentemente do anterior, em terceira pessoa. Os outros alternam a poesia e Trabalho de Conclusão de Curso. Ah, tem um livro de Poesias em Inglês intitulado My Angel is gay.

3) O que te levou a publicar por conta própria?

A Vontade de publicar e vê-lo logo como algo concreto. Antes tudo era manuscrito, apesar de gostar de minha caligrafia, mas eu queria que tomassem forma de livro; que todos pudessem ler, sentir, opinar. Não podia esperar, nem mesmo depois do prêmio com Adeus a Aleto esperei convites. Botei a cara a tapa e lancei-os pelo sistema de impressão por encomenda.

4) O que te levou a escrever Adeus a Aleto?

Hum! Foi um período conturbado de minha vida. No plano pessoal, estava passando pelas primeiras agonias da separação. Estava concluindo minha segunda graduação e estava envolvido na monografia final. Adeus a Aleto nasceu da necessidade de superar e me livrar de toda a sorte de coisa as quais estava passando. Serviu como uma válvula de escape. Está cheio de mim lá dentro, mas ele não se resume a isso. Fala de um escritor atormentado por seus personagens e , ao mesmo tempo, ele é chamado a mudar o curso de sua vida, deixando de lado a vida boemia e se entregando a uma paixão de forma a mudar completamente sua vida.

5) Fale um pouco das influencias da cultura Greco-romana em Adeus a Aleto

Foi resultado de minhas leituras antes das graduações e releituras durante minha graduação em Letras. Sempre fui fascinado pela Mitologia Grega, as célebres histórias recontadas nos livros de Shakespeare. Então finalize algumas leituras de Adonias Filho que retratou em alguns de seus livros as tragédias gregas, levando-as.

6) O seu livro foi premiado, não é? Fale um pouco sobre isso…

Emoção a parte. Parece coisa pouca, mas para quem tinha acabado de escrever o livro e ele já receber um prêmio, foi mais do que uma surpresa, foi o marco inicial de minha carreira.

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O que é o Plano Peace?

Plano de evangelização mundial que nasceu no coração do pastor Rick Warrem da Igreja de de Saddleback (EUA) em uma de suas visitas a África. Fala dos cinco problemas ou gigantes que assola a humanidade: o vazio espiritual, a liderança egocêntrica, pobreza, doenças, analfabetismo ou ignorância. Para combater os gigantes existem cinco antídotos: plantar igrejas ou promover reconciliações entre Deus e o homem e entre o homem e seu próximo; líderes servos; assistir aos pobres; cuidar dos doentes e educar a próxima geração, como Jesus fez.

Por que você abraçou o Plano Peace?

Porque através do Plano Peace estou tendo a grande oportunidade de influenciar pessoas e transformar o mundo. Fiquei sabendo do Plano em um congresso mundial de líderes, em 2005. A partir daquele ano decidi viver para as pessoas que são, ou melhor, que estão assoladas pelos gigantes do Plano Peace. Em 2010 fundei a Geração Peace, que é reconhecido não só no Rio de Janeiro como em outros estados como Rondônia.

Por eu a viagem a Rondônia em 2010 foi tão marcante?

Fiz essa viagem com muitas perguntas, a respeito de minha identidade, minha vocação, minha utilidade, e principalmente do meu futuro. Durante sete dias pude ver o que Deus fez na vida de centenas de pessoas através de mim.

Sabe, uma vez pedi para ser levado à beira do Rio Madeira, em Portugal. Lá eu perguntei o que Deus queria em troca depois de tudo o que fez por mim. Em Porto Velho eu tive a tão esperada resposta. Voltei para o Rio com o projeto das Sete Estações.

Fale um pouco sobre este projeto…

Uma estação é um local de parada, partida e também de chegada. Precisamos parar e analisar nossas vidas, nossos projetos e sonhos. Precisamos saber onde queremos chegar. Essa é a essência do Projeto Sete Estações. Para quem quiser saber mais, o site é http://www.lucianomalheiros.org/?p=2318

Você se inspira em alguém?

Pergunta difícil de ser respondida. A partir de experiências no início de 2010 determinei estar focado somente em Jesus e em como ele realizou seus trabalhos.

O que você prefere? O teatro, cinema ou TV? Por quê?

Teatro; Simplesmente porque o palco, estando ocupado ou vazio, sempre trás uma mensagem. Por mais que uma peça esteja em cartaz, cada apresentação é única. O teatro não tem edição.

Como você avalia o teatro atualmente no Brasil, de modo geral?

É muito mal pago. Cada vez mais elitizado. A população pobre não tem acesso, e quando tem, é de baixa qualidade. O teatro, em geral, é caro, mas é difícil viver dele.

Bom, a nossa entrevista termina por aqui. Luciano, muito obrigado.

Eu é que agradeço pela oportunidade de divulgar mais uma vez o teatro.

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Estamos aqui com Luciano Malheiros, ator, diretor e autor da Cia de Teatro Balaio Carioca. Possui 14 anos de carreira, mas os seus projetos nunca perdem aquele ar de inovação. Luciano, o que mais gosta de fazer? Atuar ou ficar na direção?

Ficar na direção.

Entre os que conhecem o seu trabalho você é conhecido como Vasco Malheiros. De onde surgiu este apelido?

Vasco é o sobrenome da minha família de criação, a quem muito devo o que sou hoje. Esta é uma forma que encontrei de homenageá-los e agradecê-los.

Como surgiu o Balaio Carioca?

Em janeiro de 2009. Eu estava assistindo a peça Farsa quando questionei a minha vida e tudo que acontecia no mundo. Posso dizer que foi Deus ou uma intuição, mas senti a necessidade de montar o grupo e dar a oportunidade das pessoas de baixa renda conhecerem o teatro, aprendendo assim novos valores. Eu e Carlos Alexandre, que também responsável pelo grupo montamos o Balaio juntos.

E como o Balaio está atualmente?

Momentaneamente está parado por questões pessoais. Há muita coisa pendente, mas o mesmo tipo de trabalho que faço com o Balaio, eu continuo realizando em escolas.

O Balaio Carioca se limita ao Rio de Janeiro?

Não, de maneira alguma. O objetivo do nosso trabalho é conscientizar o Brasil. É só convidar que a gente vai, dependendo de nossa agenda.

E como faz para assistir o seu trabalho?

Podem entrar em contato comigo por telefone ou e-mail. Meu site é http://www.lucianomalheiros.org/?p=2349. Algumas peças nossas estão no Youtube. Tem o Super Dente e O Juiz, que você escreveu, e Cinco Minutos, que é minha.

Falando em Youtube, o que você acha da internet? Ela é boa ou ruim para a nossa sociedade?

Deus criou a internet para a evangelização do mundo. Os problemas estão em quem acessa. Deus dá a arvore, mas o homem escolhe o fruto que vai comer.

Como funciona seu curso de teatro?

Atualmente as aulas são no Méier, em todas as quartas de 13:30 às 15:30.

Tem previsão de alguma peça?

Sim. Em junho teremos o Grito da Bicharada – uma festa ecológica. Uma peça linda na qual será encaixada temas como a copa do mundo.

Uma das mais recentes peças que você dirigiu trata-se de uma homenagem ao dia das mães, que foi apresentada na Escola Parque São José, onde você dá aula. Como você consegue conciliar o trabalho com a família? Isso é fácil?

Sim. Em casa temos um acordo. Sexta – feira é o dia da família.

Como é a experiência de dirigir crianças?

Não é fácil. Para dirigir uma criança deve-se ter muito preparo psicológico, emocional e didático. Criança não tem a verdadeira noção de responsabilidade, por isso ela deve entender o teatro como uma brincadeira. Se ela não tiver gostando não dá certo.

O seu trabalho tem a ver com alguma religião específica ou é apenas um trabalho social?

O trabalho na Escola Parque São José é para combater o gigante do analfabetismo, levando cultura para a sociedade. Muitas pessoas tem informação, mas não tem conhecimento, o que é muito diferente. O meu objetivo e levar informação e conhecimento.

(em breve a segunda parte da entrevista…)

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Olá. A partir de hoje voltarei a utilizar com mais frequência o meu blog. Trago muitas novidades entre livros de minha própria autoria e entrevistas. Publiquei recentemente Teatro Urbano - Volume I e II pelo Clube de Autores. A capa está linda. As vendas são somente pelo site www.clubedeautores.com.br e em mãos. Até breve.

Desta vez vou falar das mudanças abruptas causadas pela II Grande Guerra Mundial. Em primeiro lugar não podemos esquecer que a Alemanha se recuperava peulatinamente por ter perdido na I Grande Guerra Mundial. Japão uniu-se a Alemanha e Itália - O Eixo, com o objetivo de conquistar territórios asiaticos.  lembrando que a Itália e a Inglaterra estavam nas mãos dos ditadores Mussolini e Hitler. O exército alemão invadiu a Polônia. Logo, França e Inglaterra declararam guerra a Alemanha, e juntamente com os Estados Unidos e União Soviética, formaram os Aliados. Com as forças norte-americanas na guerra, após o ataque a base de Pearl Harbor, o Eixo não consegue mais as vitórias de outrora. Japão é o último a se render. Os Estados Unidos bombardiaram as cidades de Hiroshima e Nagasaki e blefaram a respeito de uma terceira bomba nuclear. O que fez de fato com que Japão recuasse.

Neste contexto, o mundo estava dividido em dois blocos: Socialista e Capitalista. As grandes potências eram Estados Unidos e União Soviética, todavia, os Estados Unidos só pasaram a ter o poder que tem hoje a parttir da 2a Guerra. Os EUA sempre crescen durante as guerras. Japão pertencia ao bloco socialista. EUA temiam perder poderes na Ásia, e resolveu restaurar o Japão, para que este desistisse de seus planos. Parte da América torna-se socialista. Com a imlantação do socialismo, os Estados Unidos perderiam capital. A solução encontrada pelos norte-americanos foi bancar a ditadura no mundo.

O socialismo não produz excedentes. O capitalismo industrial está forte e dialeticamente ligao ao capital propriamente dito. Uma prova disso, é que no período colonial do Brasil, a  Argentina era a quinta melhor economia do mundo. Mas teve uma industrialização fraca, se comparada ao Brasil, que hoje a ultrapassou no ranking econômico.

Fome de mundo…

30 30UTC dezembro 30UTC 2009

Para que discutir se eles já sabem de tudo…

Para que andar na contramão

E seguir no escuro…

Para que saber tanto do mundo se não sabemos de nós…

No fundo a gente não sabe de nada…

O sábio tinha razão…

O mundo é uma piada…

Para que tanta escuridão…

Não sabemos de nada…

De onde viemos e nem para onde vamos…

Não sabemos da vida aqui dentro.

E queremos descobrir lá fora…

E nós? E o nosso sofrimento?

Desastre, tragédias, problemas na TV

Crise, assassinos…

Todo mundo fala, todo mundo quer saber…

A fé e a esperança

Ficam na lembrança de que podemos sim ter um mundo melhor…

O que é bom ninguém copia… Apenas se admira.

Ninguém faz, nem descarrega…

Só atropela.

Joga a culpa no homem.

E você o que é? Um jacaré?

Estamos com fome e com sede.

Mas deitamos na rede e esperamos a chuva cair.

A fome é danada, bicho.

Mas a TV está ligada no canal quatro.

No porta-retrato a magreza denuncia…

A vida vazia, a esperança roubada.

Lágrimas secas que alimentam a solidão de vós e calam a nossa voz.

Quem somos nós?

Quem é escravo? Quem é algoz?

Todo mundo aqui é gente, gente, gente…

Um grito sai num repente

E escandaliza o mundo…

Cadê a gente?

Por aqui, por ali, acolá…

Cada macaco no seu galho.

Cada cabeça no seu lar.

Ninguém viu, nem ouviu, não sabe de nada.

Todos estão surdos?

Ou o mundo é uma piada?

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Lei Áurea - Uma estrategia política ?

7 07UTC novembro 07UTC 2009

Grande parte dos nossos livros didáticos considera que Isabel Cristina Leopoldina Augusta Miguela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon (Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846Eu, França, 14 de novembro), conhecida vulgarmente como Princesa Isabel foi a grande salvadora dos escravos. Isso é um fato, mas o que me levou a escrever este texto foi a própria Lei Áurea.

Quando embarquei nesta pesquisa percebi algumas curiosidades (ou seriam contradições?), como por exemplo, o fato da praça se chamar Tiradentes, e a grande estatua ser do imperador. Todavia, isso não entra em questão…

Voltando ao assunto Lei Áurea, leia:

A Princesa Imperial Regente, em nome de Sua Majestade o Imperador, o Senhor D. Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembleia Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte:

Art. 1°: É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil.

Art. 2°: Revogam-se as disposições em contrário.

Manda, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida Lei pertencer, que a cumpram, e façam cumprir e guardar tão inteiramente como nela se contém.

O secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e interino dos Negócios Estrangeiros, Bacharel Rodrigo Augusto da Silva, do Conselho de Sua Majestade o Imperador, o faça imprimir, publicar e correr.

O que me chamou a atenção na lei foi o (.), que poderia ser (…). Os negros ganharam a liberdade, mas não souberam lidar com ela. Agora, a responsabilidade não era mais do Império ou dos senhores, e sim dos novos homens livres.

Como antecedente da lei, pode-se considerar a influencia européia, especialmente a inglesa,  visto que o Brasil foi o ultimo pais a libertar os escravos. As multinacionais cresciam na Inglaterra, que tinha interesses em comercializar com o Brasil. O grande problema é que: “homem livre compra, escravo não compra”. Esta é a causa dos interesses ingleses.

Hoje, considero a atitude da princesa uma estratégia política digna da inteligência dela, para manter um terceiro reinado, que ganhou força com a velhice de Pedro II. Mais um fato a ser levado em consideração.

O segundo imperador era popular, amigo do povo e da elite, mas a princesa não. Em comparação com a figura do pai, ela era até apagada, principalmente por estar casada com um estrangeiro não muito querido do povo brasileiro. A lei áurea firmaria sim uma popularidade de Isabel, que contaria, a partir daí com a o apoio do povo ao tratar da permanência do império.

Isabel sem duvida era a favor da liberdade dos escravos, o que pode ser comprovado por outros documentos. Então por que ela não os libertou antes? Acredito que a decisão de assinar a lei áurea está diretamente ligada ao adoecimento de Pedro II. Agora, de qual forma está ligada, isso não sei. Provavelmente para criar um império que nem chegou a existir ao pé da letra, o império de Princesa Isabel. Uma coisa ninguém pode negar: de mera figurante, Isabel, Isabel virou uma das protagonistas da história imperial.

Os senhores não sabiam viver mais sem os escravos, e os ex escravos não sabiam lidar com a recém liberdade. Conflitos políticos e ideológicos contribuíram para o rápido fim da monarquia.

Charles Chaplin

25 25UTC julho 25UTC 2009

Carlitos, mais conhecido como Charles Chaplin não se atrata apenas de um ator de clássicos em preto  branco, na verdade, ele vai muito mais além. A sabedoria deste homem permenace até hoje viva. Viva! Viva! O Filme Tempos Modernos é uma obra prima. É uma pena que a maior parte dos jovens nunca tenham ouvido falar nele. Mas não é sobre este filme de Carlitos que vim comentar.

Hoje o assunto são as obras escritas deste gênio, que foi um dos maiores críticos da sociedade de todos os tempos.

Para quem não conhece ou não teve a oportunidade de ler alguma coisa de Carlitos, vou colocar aqui os textos dele que mais gosto:

“Se matamos uma pessoa somos assassinos, se matamos milhões de homens celebram-nos como heróis”

“Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria.”

“Amo o público, mas não o admiro. Como indivíduos, sim. Mas, como multidão, não passa de um monstro sem cabeça.”

“A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?”

Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.”

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”

“Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

“Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz”

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